Mostrar mensagens com a etiqueta Festa Plants vs Zombies. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Festa Plants vs Zombies. Mostrar todas as mensagens

15 de fevereiro de 2021

Festa Plants vs Zombies #4

E três meses depois, aqui chegam as últimas fotos da festa da Gabriela :D :D :D Foi uma festa mesmo muito gira, com um tema divertido e com boas comidinhas. Para a próxima (dela) o Matias insiste que o tema vai ser o Nemo, por isso (e porque já fizemos uma festa do Nemo, o baby shower da Gabriela) só me resta rezar para que a miúda comece a expressar-se e diga algo do género 'quero uma festa da Pequena Sereia' ou 'ovelha Choné' ou 'lixa-te Matias' :D


31 de janeiro de 2021

Festa Plants vs Zombies #3

Há umas boas semanas marcámos um fim-de-semana romântico fora, num hotel de cinco estrelas. O destino era original e paradisíaco: Cascais. Organizámos o pontapé no traseiro dos miúdos, reservámos e começámos a sonhar com aqueles dois dias em que íamos essencialmente dormir, pedir refeições pelo serviço de quartos e aproveitar o silêncio. 

Obviamente que foi tudo para o galheiro com a nova vaga da pandemia, e agora não só não vamos para Cascais como ainda estou de urgência nessa noite nas enfermarias COVID. Pelo menos é no São Francisco Xavier, até estou pertinho de Cascais. 

Face ao facto de não nos irmos livrar dos miúdos tão cedo, decidi incluí-los nas nossas celebrações do dia dos namorados. Nos últimos anos não temos feito nada de especial (à excepção de tentar abrir - sem sucesso - canhões de pétalas), mas no ano passado até tínhamos um programa fixe que acabou por não acontecer porque uma amiga nossa levou ela própria um pontapé no traseiro (quem é o estafermo que termina um relacionamento no dia dos namorados, pensam vocês) e passámos toda a noite a encomendar sushi, a limpar lágrimas, a dar colo e no fim ela até dormiu cá em casa. Nem sequer houve canhão de pétalas, olhem a tristeza. 

Este ano estávamos decididos a assinalar a data. A nossa amiga até já está novamente com o moço e estão felizes, parecia seguro que podíamos celebrar à confiança - e verdade seja dita que se alguma coisa corresse mal desta vez ela nem podia vir cá por causa do confinamento, olhem a tristeza novamente. Enfim, adiante. Por alguma razão que só a minha forma de pensamento altamente convoluta consegue precisar, queria fazer um almoço temático do Ratatouille. Acho que a ideia foi algo do género: em 2012 fiz um almoço temático francês todo pomposo mas tirava péssimas fotos com a minha péssima máquina, e sempre tive pena porque ficou tudo delicioso, comeu-se lindamente e foi assim que conhecemos um dos pratos que ainda hoje mais cozinhamos, o Boeuf Bourguignon. Quis repetir essa ementa, essa ementa tem confit byaldi (o prato que aparece no Ratatouille e que, contrariamente ao que se pensa, não é na verdade ratatouille), pareceu lógico fazer uma ementa do Ratatouille. 

Passei um serão a imaginar decorações, a fazer etiquetas, a projectar mesas, a fazer listas... E depois esmoreci. Há semanas que não pego nisso (ou então foi só há dias, o tempo agora é confuso), embrenhada por um lado na ideia de faltar ainda imenso tempo e por outro na abulia que parece andar a dominar os nossos dias. 

Enfim, provavelmente vou animar-me e fazer um almoço todo piroso. Pode ser que seja desta que consigamos abrir um canhão de pétalas. Até lá, aqui vão mais fotos da festa de aniversário da Gabriela :)


22 de janeiro de 2021

Festa Plants vs Zombies #2

E cá estamos nós novamente em confinamento, a tentar keep our shit together. Mantemo-nos a trabalhar, agora alternadamente, para permitir a um de nós ficar com os miúdos em casa. Tentamos equilibrar as consultas e as cirurgias (no caso do Pedro) com o estágio na Estefânia, as minhas consultas no São Francisco Xavier e a urgência. Tudo isto enquanto não estamos com a nossa família e amigos, tentamos manter o peso e os treinos três vezes por semana - agora online -, ando feita padeira a fazer pão várias vezes por semana, os miúdos continuam a crescer a uma velocidade vertiginosa (O Matias já escreve! A Gabriela já diz olá!) e tentamos dormir o suficiente. 

Todos os dias deitamos os miúdos às 20h, sentamo-nos no sofá e sentimo-nos uns heróis. Uns heróis exaustos, mas uns heróis. Porque o heroísmo é também isto: é ficarmos em casa em teletrabalho, é ficarmos em casa em teletrabalho com filhos, é precisarmos de trabalhar fora de casa, é estarmos na linha da frente, é ligarmos aos nossos amigos, é mantermos a nossa sanidade mental dentro de limites minimamente aceitáveis, é fazermos a nossa parte, dia após dia, até a situação melhorar. 

Independentemente disso, e correndo o risco de soar repetitiva, a verdade é que sinto-me muito agradecida. Temos trabalho, a nossa família está bem, o avô do Pedro foi vacinado esta semana (tem 95 anos!), nós vamos fazer a segunda dose na próxima semana, nenhum dos nossos amigos mais próximos ficou infectado (ainda), não houve um único caso nas escolas dos miúdos, tem sido um Inverno de poucas viroses cá em casa e a vida vai seguindo, com dias animados, dias desesperantes e dias assim-assim. Esta semana andei em modo a-vida-não-vale-a-pena, mas confesso que o encerramento das escolas deixou-me relativamente tranquila - não porque concordasse ou não porque não tinha genuinamente opinião formada sobre o assunto, mas porque entrei em modo 'é o que tem de ser', reorganizámos as nossas agendas e siga para bingo. 

Ficar com os miúdos em casa é fácil para mim - aliás, é como prefiro estar. Nos últimos meses fiquei em casa alguns dias com a criançada doente e precisei de assistir a reuniões ou de fazer consultas pelo telefone e tudo se faz, os meus filhos são tendencialmente colaborantes e as pessoas são frequentemente bastante compreensivas. 

E seguimos. Planeamos o dia dos namorados, o Carnaval, a Páscoa e a festa do Matias. Fazemos quizzes, vemos filmes da lista dos 250 melhores filmes do IMDb, comemos bombons no sofá, dormimos a fazer conchinha. Deixei de ler notícias, silenciei as notificações do WhatsApp (desta vez não posso sair dos grupos porque estou a trabalhar), fiz a milésima limpeza nas páginas do Instagram que sigo, fechei-me, fechei-nos. Até podermos voltar a abrir-nos para o mundo, somos só nós. E as festas.


10 de janeiro de 2021

Festa Plants vs Zombies #1

É incrível para nós como é que a Gabriela já tem um ano. É impressionante como nos parece que o Matias já tem quatro anos há imenso tempo, e no entanto a nossa Gabi cresce a olhos vistos. 

A Gabriela veio para as nossas vidas e ensinou-nos imenso sobre a parentalidade, também porque parece ser o oposto do Matias. O Matias sempre foi incrivelmente autónomo, a Gabriela é uma diva. O Matias falou tarde, a Gabriela está sempre com a matraca aberta (quase exclusivamente para dizer coisas que não percebemos). O Matias chorava pouco, a Gabriela chora muito (tem fases, vá). O Matias nunca quis saber de nós para grande coisa, a Gabriela é louca pelos papás. O Matias queria andar à vontade, a Gabriela quer andar ao colo. O Matias anda sempre atrás da Gabriela... E a Gabriela anda sempre a fugir do Matias. O Matias herdou o feitio do pai, a Gabriela o meu. Em comum têm o facto de comerem muito bem e dormirem ainda melhor, de parecerem crianças estupendamente felizes e de trazerem uma felicidade indescritível às nossas vidas. 

O tema da festa da Gabriela surgiu-nos naturalmente e foi aprovado por todos (ao contrário da festa do segundo ano, que o Matias insiste que vai ser do Nemo e eu não quero porque já usámos esse tema, ao que ele responde que não contou e que não foi uma festa para a Gabriela porque ela ainda estava na minha barriga, já percebem porque é que eu digo que o garoto saiu ao paizinho?). Foi uma festa agridoce: por um lado estávamos obviamente em histeria, por outro marcou o regresso às festas a quatro. 

Mas estivemos bem, os miúdos divertiram-se, as comidas estavam maravilhosas, a decoração ficou gira e as fotos, como sempre, estão fantásticas :) Aqui vão algumas :)

A mesa :) O cartaz encomendei pelo Etsy e imprimi numa gráfica perto de casa (que, já agora, é a Print to File em Telheiras, já lá vou há uns anos e nunca me falhou).

28 de dezembro de 2020

Festa Plants vs Zombies - O resumo!

Há umas semanas uma pessoa que sigo no Instagram publicou fotos da festa do quarto aniversário do filho. O bolo foi feito por ela e estava decorado como o miúdo escolheu, e para comer havia sandes, gelatina, pipocas, salame, folhados de salsicha e torta, entre outras coisas. Era uma festa 'como as de antigamente', dizia ela. Estava tudo cheio de bom aspecto. Nos comentários, a malta lá veio com o paleio a que eu chamo genericamente 'a-conversa-do-pão-por-Deus': antigamente é que era, as festas de aniversário dos anos 80-90 é que eram giríssimas e agora é tudo falsificado e foleiro, os miúdos não ligam nenhuma, isto dos temas é uma parvoíce e afins. 

Fiquei a pensar no assunto. As festas de aniversário da minha infância sempre tiveram temas. É verdade que eram temas com pratos, copos e guardanapos a combinar e com o Mickey ou o Homem-Aranha ou o símbolo do Porto, mas sempre houve bolos temáticos, comprados na Torta de Noz em Matosinhos, com a cara do Mickey (e a forma da cabeça do Mickey!), ou a Pocahontas, ou com aqueles campos de futebol com o creme verde-cancro e os jogadores do Porto-Benfica. Não havia arcos de balões e pinhatas, mas também não havia o investimento que agora há em tudo, dos baptizados aos funerais, passando pelos casamentos. 

Eram giras as festas? Claro que sim. Deixam de ser giras por terem mais investimento? Não me parece. 

Depois, há as comidas. Percebo a resistência da malta às decorações de bolos, porque durante uns anos eu também não achava grande graça à pasta de açúcar (embora isso também nunca me tenha impedido de imaginar decorações sem a pasta). Mas olhem, sabem que gosta? O Matias. 

O Matias gosta tanto das bolachas decoradas com pasta de açúcar da Marta do Bolos e Bolinhos Atelier que na festa do Plants vs Zombies nem as cheirei, porque ele comeu as doze se-gui-das. E hoje fomos visitar o Museu da Carris, e ele estava tão feliz que quando chegámos ao carro perguntou se podíamos ir comprar... Macarons de amendoim. De bolos o Matias não gosta, quer tenham pasta de açúcar ou não: afinal, estamos a falar do miúdo que no ano passado queria 'bolo de farofa' para o aniversário. Já sabemos, em todas as festas, que o bolo vai ser comido por nós e os convidados, embora o Matias adore as decorações. 

De resto, cá em casa ninguém é fã das comidas de festa mais habituais dos anos 90. Nenhum de nós gosta de gelatina ou de salame, pipocas costumamos ter mas não somos grandes apreciadores das batatas fritas de compra. Somos esquisitinhos, se calhar. 

Não estou de todo a dizer que as nossas festas são melhores. Aliás, estou, porque são melhores para nós. Mas nunca diria que as dos outros são piores, ou que antigamente era uma porcaria, ou que agora é que é uma porcaria. Caramba, são festas. Antigamente era óptimo e agora também é óptimo. Com arcos de balões e bolos decorados ou sem eles. 

Por isso sim, a festa da Gabriela teve tudo a que uma festa do ano 2020 tem direito. Cartaz, esquema de cores, balões temáticos, bolo, cupcakes e bolachas decoradas, M&M's personalizados que mandei vir dos Estados Unidos para a casa do meu irmão na Suíça porque não entregavam em Portugal, mini-pizzas e mousse de chocolate em copinhos pomposos. Dos anos 90, só mesmo os folhados de salsicha... E os papás :D

(O Plants vs Zombies é um jogo que gostamos muito cá em casa. A premissa é muito simples: vivemos numa casa, os zombies estão a invadir o nosso quintal para comer os nossos 'brainz' e nós temos de plantar diferentes plantas que lutam contra os zombies.)