23 de maio de 2016

22 de maio de 2016

As regras das visitas... Ou não.

Lembram-se disto? O grande conjunto de regras que, do alto da nossa sabedoria (e inocência), achámos que iríamos conseguir (ou querer) cumprir quando o Matias nascesse?

(Vá, pelo menos eu disse que tinha a certeza que a esmagadora maioria destas regras ia parecer menos importante e definitiva quando o Matias nascesse e estivéssemos sob o efeito da nossa descontracção habitual.)

De facto, aconteceu. Senão vejamos:

21 de maio de 2016

O parto e um grande susto.

Era Quinta-feira, dia 12 de Maio. Os meus pais e a minha avó estavam cá na sua operação 'fazer miminhos à Joana porque ela partiu o braço' e fomos todos almoçar à Baía do Peixe. Comi um rodízio de marisco absolutamente delicioso. Estávamos já plenamente convencidos de que o Mati só viria para o mundo à força, na Terça-feira seguinte.

Depois de enchermos a barriguinha fui com a minha mãe e a minha avó ao centro comercial comprar guias de viagens. Ainda passámos pelo Arco do Cego para eu ver o meu irmão trajado pela primeira vez (a serenata dele foi nessa noite) e vim para casinha, onde tomei uma bela banhoca. Jantámos pizza indiana, pusemos música e dançámos, primeiro abraçadinhos e depois aos saltos. Continuávamos plenamente convencidos de que o Mati só viria para o mundo à força, na Terça-feira seguinte.

18 de maio de 2016

Matias.

Uma das perguntas que fazemos aos pais na primeira consulta é o que sentiram ou pensaram quando viram o seu filho pela primeira vez. Há quem não se lembre, há quem não tenha sentido nada, há quem tenha as respostas mais cómicas ou comoventes. Sempre me questionei o que iria pensar quando fosse eu.

Mal o Matias nasceu senti uma necessidade avassaladora e incontrolável de o agarrar. Puseram-no imediatamente em cima da minha barriga, abracei-o com o braço direito (o esquerdo ainda está de férias), cheirei-o (o melhor cheiro do mundo) e beijei-o muito. Chorei e ri ao mesmo tempo.

A primeira coisa que pensei? 'É o meu bebé'.' E agarrei-o. Não o larguei quando a enfermeira o quis limpar, não o larguei quando a minha amiga Joana (que me fez o parto) quis cortar o cordão umbilical, simplesmente agarrei-o ali, junto a mim finalmente, até que tiveram de mo arrancar dos braços. O meu bebé. O nosso bebé. O Matias, 41 semanas de gravidez e 38h de trabalho de parto depois.

O melhor do nosso mundo.

15 de maio de 2016

Confirma-se:

São de facto as bochechinhas mais fofas do mundo :D

(O Matias nasceu ontem. Estamos os três bem. Quando for para casa dou notícias.)

:D

10 de maio de 2016

Pregnancy Diary #127

A minha vida pode ter algumas coisas menos boas, mas decididamente que uma delas não é a ausência de aventuras. Senão vejamos:

No Sábado passei grande parte do dia a devorar novamente o 19 days in Japan, um blog que me foi recomendado por uma leitora quando contei que estava a planear a viagem dos meus amigos ao Japão. Vai daí, à noite estava a morrer de vontade de comer comida japonesa. Decidimos por isso ir a pé até ao nosso restaurante japonês habitual (são uns quinze minutos).

Pelo caminho tropecei no passeio e dei o maior trambolhão da minha vida. O instinto fez-me cair de lado e aterrei em cima do ombro esquerdo (até foi uma queda cómica, analisando em retrospectiva).

http://vignette3.wikia.nocookie.net/videogames-fanon/images/2/26/Flying-Superman-Young-Justice-psd67316.png/revision/latest?cb=20140125170504
Foi mesmo assim, de braço esticado :P


Nunca tinha partido nada na vida, mas percebi logo que tinha arranjado ali uma coisa foleira. Entre as dores, os vómitos e a sensação de desmaio iminente achei imediatamente que tinha partido qualquer coisa. Catapultámo-nos para Santa Maria e pimbas: confirmou-se que parti um braço (malta médica: fracturei o troquíter). Às 40 semanas de gravidez.

Eu nem sou de dizer asneiras, mas foda-se.

Assim sendo, as rotinas cá em casa mudaram bastante. O Pedro está de baixa e tem de fazer praticamente tudo, desde cortar-me a carne a ajudar-me no banho (quem diria que um braço faz tanta falta?). E eu, que sempre fui uma pessoa incrivelmente independente, estou a ter imensas dificuldades em lidar com isto. Continuo positiva (acho que nem sei ser de outra forma), mas de vez em quando lá bate aquela pena de mim própria e entrego-me a uns minutos de choradeira.

Pelo meio desta tragédia grega o nosso bebé continua na maior. Está tudo encaminhado para o parto, mas continuamos sem novidades. Já tenho a indução do parto marcada se as coisas não se processarem entretanto, e sinceramente começo a acreditar que o miúdo sai à mamã e gosta é de estar no quentinho da caminha :)

E pronto, aqui fica a razão da ausência de notícias: escrever no portátil só com uma mão é desagradável e nos últimos dias andei demasiado ocupada a choramingar porque sou uma inútil e tal. Mas enfim, fossem todos os problemas como este. Há coisas piores. Vai tudo correr bem. A minha obstetra diz que o meu bebé tem as bochechas grandinhas, que me vou dedicar a mimar daqui a alguns dias. Está tudo bem :)

(Não vou é conseguir ser eu a tirar o miúdo durante o parto. Bem, fica para o próximo.) :)

6 de maio de 2016

Pregnancy Diary #126 (sim, ainda andamos por cá)

Não sei de cor nenhuma canção de embalar infantil.

Por outro lado, sei de cor a 'My Band' dos D12 (que acabei de descobrir num momento absolutamente deprimente que já tem doze anos!).


My salsa makes all the pretty girls want to dance and take off their underpants!

Bolas.
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