18.12.14

Alguém testou e gostou #153

A Filipa testou e aprovou a minha receita de Death By Chocolate Muffins :D Olhem só o bom aspecto! :D Espreitem tudo no blog dela, 'A Cavalo num Burro' :)


Até amanhã! :D

Croquetes de peru na Actifry para uma prenda de casamento especial :D

I don't need a whole lotta money.
I don't need a big, fine car.
I got everything that a girl could want,
I got more than I could ask for.

I don't have to run around,
I don't have to stay out all night.
Cause I got a sweet, sweet loving man,
And he knows just how to treat me right.

Don't you know he is some kind of wonderful?
Yes, he is, he's some kind of wonderful.

Joss Stone (originalmente de Soul Brothers Six)

 

Quando casámos, a Joana e o Bernardo (os nossos padrinhos de casamento) disseram que gostavam de nos oferecer uma prenda que realmente gostássemos e utilizássemos, em vez de dinheiro (que eles consideravam impessoal).

Depois de lhes pedirmos um orçamento, e tendo em conta o quanto eles adoram vir jantar cá a casa e provar as nossas comidinhas, não hesitámos e pedimos uma Actifry.


Há anos que o Pedro andava a namorar uma Actifry. Desde a primeira vez que lhe falei em batatas 'fritas' saudáveis feitas sem óleo que o coração dele ficou logo irremediavelmente arrebatado, e esta pareceu-nos sem sombra de dúvida a melhor ideia de sempre para uma prenda de casamento - até porque para vos ser muito, muito sincera, não seria um investimento que fizéssemos por nós num futuro próximo. 

E assim, no dia em que casámos um com o outro, casámos também com os fritos saudáveis.


Desde então a Actifry tem dado um jeito incrível: para além das batatas fritas dos céus (que comemos todas as semanas) já de lá saíram chips de maçã, bifes panados com sementes de sésamo ou com quinoa, almôndegas vegan e até pães de Deus :D Continuo alegremente a descobrir as potencialidades desta máquina tão misteriosa e versátil, e ainda há imensas ideias que quero testar.


Desta vez foram uns croquetes de peru mais saudáveis. Na verdade costumava fazê-los no forno - por isso tecnicamente já eram saudáveis vá - mas honestamente acho que ficam mais crocantes na Actifry. Independentemente do electrodoméstico que utilizarem para os cozinharem, garanto que estes croquetes ficam deliciosamente aprovados para uma marmita mais reconfortante :D 


Croquetes de peru na Actifry

Ingredientes (para seis croquetes):

* Um fio de azeite;
* Um dente de alho picado;
* Uma cebola picada;
* Uma folha de louro;
* 30g de farinha de aveia;
* 150ml de leite quente;
* 250g de peito de peru picado;
* Uma pitada de sal;
* Uma colher de chá de pimentão-doce;
* Uma colher de chá de paprika;
* Uma pitada de piri-piri;
* Uma pitada de noz-moscada;
* Um ovo batido;
* Pão ralado q.b.;
* Ovo batido q.b.

Confecção:

* Refogar o azeite com o alho picado, a cebola picada e a folha de louro;

* Juntar a farinha e mexer bem, acrescentando depois lentamente o leite quente;

* Continuar a mexer até que a massa comece a descolar do fundo do tacho;

* Juntar a carne picada e temperar com o sal, o pimentão-doce, a paprika, o piri-piri e a noz-moscada;

* Retirar do lume e misturar um ovo batido em fio, mexendo sempre;

* Levar novamente ao lume e mexer até a carne descolar do fundo do tacho;

* Retirar e levar ao frigorífico durante duas horas;

* Moldar bolinhas ou cilindros e passar por um ovo batido e por pão ralado;

* Passar novamente por ovo batido e pão ralado, se desejarem uma camada mais crocante;

* Cozinhar na Actifry durante vinte minutos;

* Em alternativa, pincelar com um pouco de azeite e levar ao forno pré-aquecido a 200º durante trinta minutos.




Até amanhã! :D

17.12.14

Alguém testou e gostou #152

A Débora testou os meus queques de Nutella e publicou a experiência no seu blog, Heidiland. Espreitem a adaptação deliciosa dela :D

Queques de chocolate.jpg

Até amanhã! :D

Tartes de uva e noz pecan para uma mudança de clube.

'You're always free to change your mind and choose a different future, or a different past.'

Richard Bach


Eu nunca liguei muito a futebol. Nunca fui particularmente aficcionada pelo tema, não estava actualizada em relação às contratações mais recentes, não sabia o nome da grande maioria dos jogadores e não apreciava por aí além ver jogos ao vivo. 

No entanto, sou portista. Sempre fui portista. Nunca tive qualquer tipo de dúvida existencial sobre o facto de ser portista. Sempre tive orgulho no meu clube, que defendia com unhas e dentes quando os meus amigos benfiquistas implicavam comigo.


O Pedro é sportinguista. Sempre foi sportinguista. Nunca teve qualquer tipo de dúvida existencial sobre o facto de ser sportinguista. Sempre teve orgulho no seu clube, que defendia com unhas e dentes quando eu pessoas malvadas gozavam e diziam que eles nunca ganhavam nada.

Quando o Pedro entrou na minha vida, o Sporting veio com ele. E depois de me apaixonar por todos os centímetros cúbicos do meu amor bom, comecei a apaixonar-me também pelo clube dele.

Raios.


Pois é, a dada altura dei por mim incrivelmente actualizada sobre tudo o que envolvesse o Sporting. Sabia sempre quando e com quem iam jogar, e fui inclusivamente a alguns jogos este ano. Não ficámos por uma modalidade, e fomos também apoiar o futsal. E no último dos jogos que vimos, enquanto gritávamos e saltávamos abraçados pelo facto do Sporting ter marcado um golo decisivo que lhe permitiu passar para a fase seguinte da UEFA Futsal Cup, a dúvida atingiu-me com força.

Será que me tornei sportinguista?


Demorei algum tempo a conseguir assimilar tudo isto, mas a verdade é esta: temo que me tenha tornado sportinguista. Comecei a vibrar com as vitórias do clube e a ficar triste com as derrotas. Deixei de chamar masoquista ao Pedro quando ele fica a torcer até ao último minuto, cheio de esperança no coração. Deixei de gozar com ele e de dizer que o Sporting é uma equipa fraquinha que nunca ganha nada. 

Lamento imenso meus conterrâneos do norte, mas creio ter passado para o lado negro da força. Ou, neste caso, para o verde.


O mesmo aconteceu com as uvas. Não gosto de uvas. Nunca gostei de uvas. Nunva tive qualquer tipo de dúvida existencial sobre o facto de não gostar de uvas. Até ao dia em que a geleia de uva e canela apareceu na minha vida.

Juntou-se a vontade de me deliciar com ela e a necessidade de gastar as folhas de massa fina para tartes que ainda restavam e a magia aconteceu. E eu aqui fiquei, com uma deliciosa tarte de uva e noz pecan na mão e uma dúvida no coração:

Serei uma vira-casacas?


Tartes de uva e noz pecan

Ingredientes (para quatro tartes):

* Oito folhas de massa fina para tartes (usei da Buitoni);
* Quatro colheres de chá de geleia de uva e canela;
* Quatro colheres de chá de nozes pecan;
* Uma gema batida com uma colher de sopa de água;
* Açúcar em pó para polvilhar.

Confecção:

* Colocar uma colher de chá de nozes pecan sobre uma folha de massa e cobrir com uma colher de chá de geleia de uva e canela;

* Cobrir com outra folha de massa e pressionar os bordos com um garfo para juntar;

* Pincelar com a gema e colocar sobre um tabuleiro coberto com papel vegetal;

* Levar ao forno pré-aquecido a 180º durante quinze a vinte minutos;

* Polvilhar com o açúcar em pó e disfrutar.



Até amanhã! :D

16.12.14

Alguém testou e gostou #151

A Ana testou e aprovou o meu bolo de limão com sementes de papoila! :D É uma das minhas receitas preferidas de sempre, não fosse eu uma fã enorme de limão :D


Até amanhã :D

Calzone vegetariana para um professor estranho :)

What you gonna do with all that junk,
All that junk inside that trunk?
I'ma get, get, get, get you drunk,
Get you love drunk off my hump.

What you gonna do with all that ass,
All that ass inside them jeans?
I'm a make, make, make, make you scream,
Make you scream, make you scream.

What you gonna do with all that breast,
All that breast inside that shirt?
I'ma make, make, make, make you work,
Make you work, work, make you work.

Black Eyed Peas


Eu andei nove anos numa escola de inglês, dos dez aos dezanove. Todos os anos tínhamos um professor novo, e houve um que me ficou particularmente na memória: o David.

Estávamos em 2005 e eu tinha 16 anos.

 

O David era um senhor sueco que tinha vivido no Reino Unido durante muitos anos e que era bastante rezingão e sisudo. Raramente sorria ou brincava, era muito exigente connosco, estava sempre a implicar com os meus espirros e tinha pouquíssima tolerância a brincadeiras ou segredinhos para o colega do lado. Era, no fundo, o exemplo perfeito da eficácia nórdica.

É claro que no início nenhum de nós gostava dele. Mas no fim, quando chegou a altura de mudarmos de ano, todos ficámos com pena de nos despedirmos daquele senhor cujo coração de pedra conseguimos amolecer ao longo dos meses.


Um dia surgiu à conversa a música actual, e alguém deu como exemplo a 'My Humps' dos Black Eyed Peas. O David ficou estupefacto e disse com um ar tremendamente horrorizado:

- 'Não sei como é que os vossos pais vos deixam ouvir isso! Já pensaram bem no que diz essa letra?'.

Na altura devo ter feito um sorriso condescendente qualquer - afinal, já era super crescida e madura. Pareceu-me uma parvoíce fazer um alarido tão grande por causa de uma letra normalíssima, e creio ter desculpabilizado aquela opinião do David pensando que ele era mais velho e careta.


Actualmente dou por mim a ouvir exactamente a mesma coisa em relação aos miúdos de hoje em dia. Ouço dizerem que os miúdos estão perdidos, que não se importam com nada, que são burrinhos e que têm as prioridades trocadas. Ouço comentarem que não têm responsabilidade, que não uns mandriões, que só ligam aos bens materiais e que não estão preparados para a vida.


E depois páro e penso: onde estávamos todos nós aos 16 anos? Não estávamos certamente a discutir textos do Tchekhov ou a ouvir Mendelssohn enquanto degustávamos o nosso café com brandy em chávenas a combinar. Não estávamos a salvar o mundo nem a fazer descobertas científicas dignas do Prémio Nobel.

Estávamos a vestir roupas ridículas, a fazer figurinhas tristes, a dar demasiada importância a coisas totós, a ter namorados, a fazer dramas porque os nossos pais não nos deixavam fazer coisas e a sonhar acordados. E estávamos a ouvir músicas degradantes como esta.

Por isso da próxima vez que suspirarem de exasperação quando virem a forma como os miúdos de hoje em dia se comportam, tentem realmente lembrar-se de como foram quando eram adolescentes. E depois de rirem como uns perdidos, permitam-se comer uma refeição tipicamente adolescente: pizza.


Hoje trago-vos uma versão ainda melhor e mais estaladiça: uma deliciosa calzone vegetariana. Ideal para comerem sentados no sofá com a sala toda desarrumada, acompanhada de uma bela Coca-cola - afinal, um dia não são dias.

E se depois ficarem com a consciência pesada, podem sempre dançar ao som da 'My Humps' para queimarem umas calorias :D


Calzone vegetariana

Ingredientes (para quatro pessoas):

* Uma saqueta de fermento de padeiro (aproximadamente 5g);
* Uma colher de chá de açúcar;
* 150ml de água quente;
* 250g de farinha;
* Uma pitada de sal;
* Duas colheres de chá de azeite;
* Molho de tomate q.b.;
* Uma colher de chá de mistura de especiarias italianas;
* Uma colher de chá de orégãos;
* 200g de cogumelos laminados;
* 200g de queijo ralado.

Confecção:

* Dissolver o fermento de padeiro e o açúcar em 50ml de água quente;

* Mexer e deixar actuar durante vinte minutos;

* Juntar a farinha, o sal, o azeite, a mistura anterior de fermento e a água restante e amassar bem, fazendo uma bola;

* Colocar a massa numa tigela grande, tapar com um pano lavado e seco e deixar levedar durante duas horas (normalmente coloco dentro do forno pré-aquecido a 70º e desligado);

* Amassar novamente e estender numa superfície enfarinhada;

* Colocar num tabuleiro do forno coberto com papel vegetal e cobrir metade da massa com o molho de tomate, as especiarias italianas, os orégãos, os cogumelos e o queijo ralado;

* Fechar a massa sobre si própria;

* Levar ao forno pré-aquecido a 250º;

* Assar a pizza durante 15 a 20 minutos, dependendo do gosto.



Até amanhã! :D

15.12.14

Isto e aquilo #32

Ontem já vos tinha mostrado a primeira parte da foto-reportagem do fim-de-semana. Agora cá vai o resto :D

Lembram-se da casinha de gengibre que fizemos na semana passada? :D
No Sábado já só restava isto :)
Chá de mel e canela para o pequeno-almoço :)
Acompanhado de um brownie vegan com molho de frutos vermelhos :D
A saga das vagas
Para o almoço fiz tortilhas caseiras :D
E acompanhámos com um salteado mexicano com frango, pimento e feijão verde :)
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Vimos mais um filme da lista durante a tarde, desta vez dos irmãos Coen.
Lanchinho: iogurte de manga e esta granola :)
Mais chá :)
Documentário da BBC sobre a história da Irlanda :)
http://static2.hypable.com/wp-content/uploads/2014/12/105776_WB_0585bc1.jpg?cc4c78
O novo episódio de Big Bang Theory :D
http://img1.wikia.nocookie.net/__cb20141211051337/arrow/images/3/36/Oliver_and_Ra%27s_stare_down_prior_to_their_duel.png
O último episódio de Arrow foi mesmo 'WHAT THE HELL????'
Pequeno-almoço bem paleo :)
Seguido de uma bela corrida :D
Que por sua vez foi seguida por um belo descanso :D
Também fiz essência de baunilha caseira. Ultimamente tenho optado por fazer em casa, é mais prático :)
Obrigada à Vahiné pelas vagens de baunilha :D
Arroz à bolonhesa para o almoço :)
Passeio por Lisboa :D


Casei com um cantor de blues :D <3


A Confeitaria Nacional
Estava com ideias de ir lá lanchar, mas depois o Pedro desencaminhou-me para outras paragens :)






Fomos ao Teatro Nacional São Carlos comprar bilhetes para o Macbeth :D



O Pedro veio comer um gelado... E eu confesso que não resisti :D
Ananás dos Açores e maracujá <3

O do Pedro era de limão e chocolate com café :)
Tão. Bom.
http://metropolis1927.com/inc/img/1.jpg
Mais um filme, desta vez o Metropolis do Fritz Lang :)
E foi isto :D Tenham uma óptima semana :D
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