20 de março de 2016

Pregnancy Diary #95


Número de filhos que eu me imagino a ter

Antes de engravidar: 'Não menos de três, não mais de cinco.'

No primeiro trimestre da gravidez, depois de ver os preços das creches em Lisboa: 'Bem, se calhar dois filhos já é bem bom.'

No segundo trimestre da gravidez, depois de ter ficado pior dos sintomas da insuficiência mitral: 'É que nem pensar que passo por isto outra vez! Ter um filho é razoável!'

No terceiro trimestre da gravidez: 'Ooooh, mas os vestidos pequeninos de menina são tão queridos! Quero ter outro bebé o mais rápido possível! Aliás, quero ter três filhos! Ou quatro! Ou cinco!'

Enfim.

(Ao contrário da esmagadora maioria das pessoas, eu estou a gostar muito mais de estar grávida agora no fim. Há razões para isso, mas falo delas depois.) :)

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8 comentários:

  1. Eu continua a achar que quero 3 mas pelos precos das creches por aqui vai ter uns 4 anos de diferenca. Vou esperar cada 1 ter direito a escola publica e agora penso tambem na falta de disposicao para correr atras de um bebe gravida de outro ;).


    5 e um bom numero ;)


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    1. Nós também vamos esperar uns quatro anos, pelo menos até ao segundo. Quero despachar a especialidade primeiro, e depois quando tiver a minha vida mais resolvida trato dos próximos :D (e sim, também não conseguíamos suportar a despesa de ter dois na creche ao mesmo tempo) :/

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  2. (Apaguei o comentário sem querer!)

    Cecília deixou um novo comentário na sua mensagem "Pregnancy Diary #95":

    A minha gravidez foi santa, santa, apesar duma TVP. Eu sonhava com três filhos até o Noé fazer um mês... Por essa altura só dizia entre dentes que não queria mais filhos, acabou. Depois ele fez um ano e foi para a creche e tudo mudou, para melhor, finalmente. Agora já aceito a ideia de 2, mas com alguma (leia-se bastante) relutância, e espero que aconteça já para o ano. Não consigo conceber passar por isto tudo outra vez daqui a 5 anos, o facto de a creche ser, maioritariamente, subsidiada pelo Estado é uma grande ajuda.
    Beijinhos!

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    1. Noé é um nome tão giro :D

      Nós não temos grande alternativa. O internato do Pedro demora quatro anos e o meu cinco. Atrasei-me um ano com a gravidez (seis meses de baixa, seis meses de licença), por isso já vou demorar seis anos a fazer a especialidade. Por cada gravidez que tiver durante o internato vou continuar a atrasar-me, sendo que queremos sair de Lisboa depois de acabarmos ambos e por isso quanto mais tempo eu demorar mais tempo demoramos a resolver a nossa vida ;)

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  3. Querem sair de Lisboa ? A sério? Estou nessa fase mas sem coragem para tomar a decisão ! Fala nos um pouco sobre isso. Seria interessante, pelo menos para mim ;)

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    1. Nós sempre estivemos cá a prazo. Primeiro era até acabar o curso, depois foi até acabar o ano comum, depois concluímos que era mais fácil fazermos cá a especialidade porque tínhamos mais garantias de conseguirmos entrar os dois no que pretendíamos... Agora queremos sair no fim da especialidade. Eu de uma forma menos activa do que o Pedro, diga-se. Já estou habituada a estar cá (o que não quer dizer que adore). No entanto, o Pedro quer mesmo sair, e como eu não me importo temos esse plano :) Ainda não sabemos se vamos sair do país ou só de Lisboa, mas provavelmente vamos viver para um sítio mais pequeno em Portugal: tudo depende das hipóteses de trabalho que surgirem quando terminarmos a especialidade. No nosso caso creio que custa menos porque a minha família vive a 300kms, a do Pedro a 100 e os nossos amigos mais próximos vivem a 200 e a 100, por isso não nos é propriamente difícil ir plantar as nossas raízes para outro lado :) Sem falar nas vantagens a nível de qualidade de vida, a nível de custos, etc. Toda a vida vivemos ambos em sítios pequenos, é como nos sentimos confortáveis. Ficar aqui não vai ser uma desgraça (para mim, para o Pedro vai), mas se pudermos vamos mesmo meter-nos a andar :)

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    2. Obrigada pela resposta Joana! É TÃO isto que eu sinto. Também não sou de Lisboa, sou dos Açores. Tooooodos me acham parva e um pouco "mimada" mas não quero que os meus pais envelheçam sozinhos. Não q odeie viver ca mas não me vejo ca a vida toda. No meio disto tudo procurar trabalho na minha área nos Açores não se tem revelado fácil e eu vou me resignado! Dias melhores virão... obrigada por responderes tão prontamente ao meu comentário, ainda para mais sobre um assunto pessoal. Sejam felizes!

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    3. Eu percebo perfeitamente. Custa muito viver longe da família, mas lá está, em algumas situações tem mesmo de ser. De certa forma já estou habituada a isso, nunca me habituei muito bem foi a viver em Lisboa ;)

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