5 de dezembro de 2019

Sair com um recém-nascido?

A Gabriela farta-se de laurear a pevide. Nasceu numa Segunda-feira, tivemos alta na Terça ao fim do dia e na Quarta fomos buscar o Matias à escola. A Gabi veio connosco levá-lo ou buscá-lo à escola praticamente todos os dias depois desse, de carro ou a pé. Também já foi ao parque, ao Glood e almoçar ao Dote. Ontem foi à exposição do Harry Potter e depois fomos almoçar à República da Cerveja. Em resumo: todos os dias saímos de casa com a miúda.

Vou mostrando algumas destas rotinas no Instagram, e há imensa malta a mandar mensagens dizendo que os médicos assistentes dos seus miúdos não recomendam sair de casa antes deles terem um ou, em alguns casos, dois meses.

Fiquei em choque, confesso. Pensei que seriam recomendações em relação a locais fechados, mas não: há colegas que recomendam não sair de casa com os miúdos de todo, nem para apanhar ar fresco. Só mesmo ir às consultas e fim.

Por via das dúvidas, voltei a confirmar com a Joana. Já com o Matias éramos super fãs de dar uns passeios, e agora que não se coloca a questão do calor (somos um bocadinho paranóicos com o sol e tal) basicamente agasalhamos bem a miúda e saímos pela porta fora. Mas tendo em conta a quantidade de pessoas que diziam o mesmo, se calhar nós é que estávamos a assumir que não haveria problema.

Afinal, a Joana não tem nada contra os passeios, com as precauções do costume (evitar espaços fechados, agasalhar bem a criançada, etc).

E tem-nos feito um bem do caraças, a sério. Saímos, passeamos e apanhamos sol. Voltamos sempre mais bem-dispostos e relaxados - com a grande vantagem da Gabriela normalmente ficar muito tranquila no pano ou na mochila.

Gabi na alcofa no Dote
Gabi ao colinho da titi Joana / pediatra assistente na República da Cerveja :)
E as doenças? - pergunta a malta no meu Instagram. Bem, no dia em que o Matias foi conhecer a Gabriela estava constipado (aquela constipação da ranhoca amarela e espessa, sabem?). Entrou no quarto, quis pegar nela ao colo e encheu-a de beijos. E nós íamos fazer o quê? Impedir isso? Não é o nosso estilo. Eventualmente a ranhoca passou, mas há dois dias que o Matias tem umas pintas estranhas. E continua a encher a irmã de beijos. E nem nos passa pela cabeça impedi-lo, aliás, por nós ele vai continuar a encher a irmã de beijos para sempre (vá, até à adolescência).

A partir do momento em que o Matias está na creche a apanhar as viroses do costume e nós saímos de casa pelo menos para ir levá-lo e buscá-lo (e daqui a duas semanas o Pedro regressa ao trabalho nesse antro de doenças que é o hospital), a Gabi já está em risco de contágio, agravado pelo facto de ter nascido em segundo lugar. E é verdade que o Inverno é uma altura mais chata, mas no Verão também andam sempre por aí as gastroenterites e afins.

É melhor termos serenidade para aceitarmos as coisas que não podemos mudar, e apanhar ar 'puro' (vá, tendo em conta que vivemos em Lisboa não deve ser assim tão puro) nunca fez mal a ninguém. E quando ela ficar doente, tem aqui os papás médicos para a ajudarem e o irmão para a encher de beijinhos :D

30 comentários:

  1. Olá Joana. Tenho adorado ver as vossas fotos e ler os teus posts. Do meu 1o filho praticamente não saí de casa durante 1 mês pq nasceu em Janeiro e estava frio e tal... Dá minha filha tb quase não saí no 1o mês e ainda Assim apanhou uma bronquiolite com 1 mês e meio o Q a levou a ficar internada uma semana. Resumindo se tiver um 3o filho faço o q Achar q devo fazer... Pq entre outras Coisas talvez tenha sido isso De ficar em casa q me fez Ficar deprimida dps de nascer o meu 1o filho. Isso, a amamentação q correu quase como convosco... Enfim. Beijinho e as maiores felicidades.. Sónia

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    1. Eu acho que nós já estamos é mentalizados que mais cedo ou mais tarde a miúda vai ter qualquer coisa. O Matias está na creche, logo aí traz sempre montes de coisas para casa (nunca vou esquecer o ano em que apanhei cinco gastroenterites à conta do miúdo!).

      Eu noto que fico mesmo a fritar a pipoca em casa. O Pedro nem por isso, mas eu sim. Naqueles dias da semana passada em que choveu todo o dia já estava a enlouquecer. Normalmente até gosto de estar em casa nesta altura do ano, mas com a miúda claramente não sinto o mesmo.

      Mas pronto, acho que para nós é mais fácil falarmos porque somos médicos, relativizamos tudo, não ficamos propriamente assustados com doenças e afins (a não ser quando o Matias ficou internado com a varicela, aí eu achei que morria). Se calhar daqui a uma semana a miúda constipa-se e nós fechamo-nos em casa com ela, não sei :P

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  2. Sim claro, em Cada momento fazer o mais conveniente p todos.. Eu ainda hoje Adoro ficar em casa em Dias de chuva, mas os meus filhotes com 5 e 8 anos se por vezes tb gostam, há outros dias em q se desentendem com as brincadeiras e aí apetece - me q vamos os 4 dar uma volta e pronto, tudo melhora 🤩. É relativizar em relação as saídas com a baby .. É a minha opinião. Felicidades, Sónia

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    1. Sim, ficar em casa com o Matias o fim-de-semana todo às vezes também é muuuuito desafiante, embora ele até seja um miúdo 'caseiro' (principalmente ao fim-de-semana, que é a única altura em que pode ver filmes). É preciso ir equilibrando as coisas :)

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  3. Eu cá só queria era estar enfiada em casa, qual andar a passear, qual quê :D Em relação ao irmão dar-lhe beijos, acho que há coisas que se pode evitar. Iam fazer o quê, impedir? Sim, podiam. Qd tenho o mais velho doente, não anda sempre em cima da irmã como habitualmente. Não é por nada, mas ter um bebé doente é imensamente chato para eles e para nós...

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    1. Bem, cada um faz aquilo que deixa a sua consciência mais tranquila :) Além disso o teu mais velho tem uns dez anos, o nosso tem três, são idades completamente diferentes :) Se nós fôssemos impedi-lo de beijar a irmã por estar doente, o coitado andava sempre longe dela :P

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  4. Ainda me lembro das palavras da pediatra na primeira consulta(o meu filho nasceu em Novembro):"estes pais de hoje em dia têm filhos e acham que têm que continuar a fazer a mesma vida que faziam antes de ter filhos, depois é só bronqueolites, ainda agora saiu daqui uma criança com uma... Aviso a já que se tiver uma antes dos 2 meses fica logo internado". Não é fácil ficar indiferente a estas palavras... Tb sempre axei que eles tinham de apanhar estas coisas, mas a verdade é que enquanto foi mt pequenino o tentei proteger ao máximo, sentia que se acontecesse algo a culpa seria nossa.
    Contudo também não gostei desta postura da pediatra.. Nao voltámos lá 😁
    Acho que passear bem agasalhados a horas mais específicas em que nem está tanto frio faz bem a todos... Doenças apanham em todo o lado... Basta estarem com alguém k até nem tem sintomas mas já está infectado.
    Sejam felizes ❤️

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    1. Bem, se eu achasse que fazia a mesma vida saía muito mais e com um ar bem menos zombie :D E além disso não faltam por aí miúdos com bronquiolites que não ficam internados :) Mas sim, percebo que lidar com a culpa seja difícil. Aliás, falamos imenso disso no nosso grupo de amigos: para nós é muito mais fácil lidar com 'a culpa' porque somos no geral mais tranquilos com a questão das doenças e afins. Os miúdos são muito mais resistentes do que o que achamos :) E depois entra aqui também a questão da nossa personalidade: ou seja, se no geral diria que os médicos são mais tranquilos nestas coisas, no particular acho que nós ainda somos mais descontraídos :P

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    2. Sou enfermeira e habitualmente não recomendo enclausurar os recém-nascidos. Mas tenho agora 2 bebés com cerca de 1 mês internados com bronquiolites e é terrível... tão pequeninos :(

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    3. Pois, acredito. Mas podem ter apanhado as bronquiolites em qualquer lado, até em casa, se tiverem irmãos. Na semana passada andámos todos com uma virose terrível que teve como ponto de início a creche, depois o Matias trouxe para casa (foi o último dos amiguinhos a ficar doente), o Pedro ficou doente e depois fiquei eu. Se ficássemos sempre fechados a Gabriela podia apanhar na mesma, ou não. Por acaso não apanhou, foi uma sorte dos diabos :)

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  5. E o que dizer da minha filha mais velha que há 37 anos foi com 1 mês para a creche??? (Era lá o meu primeiro emprego..). Nesse ano, a temperatura de Inverno chegou aos -10º e eu andava a pé dum lado para o outro...nem carro tínhamos ainda!

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    1. Eu também fui para a creche muito cedo, e nasci em Janeiro! E estou aqui super rija :D

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  6. Quando o meu filho nasceu a pediatra recomendou mesmo que fôssemos passear, aproveitar a vida, como ela disse. Acho que ficava deprimida se só saísse passado dois meses. Neste momento, sendo a segunda, nem se põe em causa não sair (olha eu a aguentar um pirralhito todos os dias fechado em casa sem ir correr ao parque)!
    A minha filha nasceu na terça e na segunda o meu filho tinha apanhado uma virose. Portanto, ela também levou banhos de ranhoca quando se conheceram e é assim a vida. Eu sou bastante descontraída com essas coisas. Ainda hoje estava sol, mas frio, o meu filho fez uma poça de lama e andou lá a brincar com os carrinhos e eu e ela estivemos sentadas a apanhar sol e ar puro na cara e soube pela vida. Não consigo fechar estes passarinhos numa gaiola. :)

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    1. Eu em casa fico mesmo deprê, não sei se são baby blues mas só estou bem na rua, a apanhar ar, a apanhar sol na esplanada e por aí fora. Só não saio mais porque também estou cansada e ainda tento dormir umas sestas :P

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  7. Por acaso a profissional de saúde que me acompanhou na gravidez e pós-parto mandou-me sair, apanhar ar, passear. Só evitar locais fechados com muita gente. Sinceramente, não vejo o mal que sair de casa pode fazer a uma criança, devidamente agasalhada. Nós fizemos uma vida mais ou menos normal em relação a saídas no pós-parto imediato. Só que a partir das duas semanas e meia o M. começou a dormir super pouco de dia. A não suportar andar de carro, nem de carrinho de bebé, e não suportava igualmente estar na mochila. E eu suportava melhor os choros em casa que na rua, francamente. Além de que era mais prático ficar sempre ao colo em casa que na rua. Sair de casa com ele durante algum tempo era uma loucura.
    Quando eu estava grávida tinha um colega de trabalho que tinha tido uma bebé há pouco tempo. E quando ele ou a mulher estavam doentes usavam máscara quando estavam com a filha e faziam de tudo para que o que estava doente se ocupasse o mínimo possível da miúda. Aquilo durante a gravidez fazia-me sentido (e ainda faz). Só que entretanto o M. nasceu e efectivamente se eu estivesse doente eu lavava as mãos muitas vezes, mas quase nunca usei máscara e nunca deixei de ser eu a cuidar do M. até porque isso não seria possível. O M. nasceu em Março. Passou o primeiro Inverno TODO doente, todas todas as semanas desde Novembro. Mas por incrível que pareça ele foi para a creche em Julho e a primeira vez que ficou doente foi em Novembro. A partir daí esse primeiro Inverno foi um forrobodó. Mas de Julho a Novembro ele estava na creche, eu trabalhava num hospital... E ele não apanhou nada, felizmente. (Pelo menos que tenha sido diagnosticado, porque estou convencida que a primeira otite diagnosticada não foi efectivamente a primeira.) Não me imagino se o M. tivesse agora um irmão a privá-lo de mimar o irmão. Até porque é como dizes: no Inverno o M. também anda quase sempre com pingo no nariz, ou tosse ou outra coisa qualquer. Acho é que lavaria as mãos dele antes de chegar à maternidade e com mais frequência que o normal. Como é óbvio lavar-lhe as mãos não evitaria tudo.
    Mas tal como alguém disse num dos comentários, eu conheço pessoas que deixaram os filhos para trabalhar com um mês de idade (pessoas que trabalham por conta própria). E aqui em França agora a licença de maternidade é de 10 semanas após o parto, mas antigamente eram 8! E já várias pessoas me disseram que voltaram ao trabalho aos 2 meses dos filhos...
    Acho mesmo que sair não tem mal. As pessoas que cruzas na rua não vão pegar e beijar a Gabriela. Acho mais provável a Gabriela apanhar algo com as pessoas de casa (Matias e família) do que por sair de casa. E isso é efectivamente um pouco inevitável.
    No entanto, há coisas que se podem evitar. Fomos a primeira vez a Portugal quando o M. tinha 6 meses. Quando chegamos a casa dos meus sogros vi logo que a minha sogra estava com herpes labial. Alertei-a para não beijar o M. Acredito que ela não fez por mal... Porque só tinha visto o M. uma vez no primeiro mês de vida e acredito que para uma avó que vê o neto pela segunda vez aos seis meses seja difícil privar-se de lhe dar um beijo. Passado uns dez minutos deu-lhe um beijo (acredito que sem querer, um acto reflexo) e morri por dentro. Fui logo lavar-lhe a cara. Aguentei-me para não fazer muitas figuras à frente dela(embora tenha feito algumas), mas mal saímos de lá desatei a chorar com medo que o M. apanhasse herpes. Felizmente, nunca desenvolveu nada. Mas acho sinceramente que é mais provável um bebé apanhar algo connosco, irmãos, família do que simplesmente por sair de casa.

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    1. O Matias nasceu em Maio, nunca ficou doente e entrou na creche em Janeiro. Logo na primeira semana voltou para casa, e do que me recordo esses primeiros dois meses foram um forrobodó de doenças (foi o tal ano em que eu apanhei cinco gastroenterites). Depois com um ano teve varicela e ficou internado, e depois disso sinceramente não me recordo de ele ter tido nada de especial. Uma ou outra laringite, e é isso. É um miúdo rijo e saudável, ainda ontem falava com outra mãe da creche e ela dizia que os miúdos de lá estão todos doentes com coisas respiratórias e eu nem dei por nada porque o Matias anda fino (quer dizer, há uma semana que tem umas pintas, mas é só isso, deve ser uma virose qualquer). De resto é o habitual: uns ranhos, umas tosses, mas nada do outro mundo. Faz parte. Já estávamos mentalizados que esta ia logo ficar doente, mas até ver tem corrido bem (deve ser do ar puro todo) :D

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  8. A minha filha nasceu 3 dias depois do Matias. Nas primeiras semanas pouco saímos de casa, mas apesar de todas as indicações de resguardo (principalmente família, as teorias à volta do primeiro mês pós parto são a loucura!), o principal problema era eu. A recuperação do parto foi difícil, não conseguia sentar-me sem dores ou desconforto, a amamentação nos primeiros tempos era dolorosa, andar de carro podia ser uma tortura e sentia-me completamente sem energia para andar a pé... e, admito, sem coragem para me ver sozinha no meio da rua com a pequena. As primeiras saídas foram para casas de pais e sogros e tudo foi muito devagarinho. Se algum dia tiver um segundo filho, creio que as coisas poderão ser mais fáceis... já não me é totalmente estranho o mundo de fraldas e toalhitas e afins, penso que conseguiria descontrair mais (desde que a recuperação do parto fosse mais fácil um pouquinho ��).
    Mas sim, as recomendações gerais (médicos, enfermeiros, etc.) eram no sentido de tentar resguardar a bebé o mais possível "ah, mamã, sabe que há pequenas coisas inofensivas para adultos e crianças que podem ser muito graves em bebés pequeninos e bla bla bla". E claro, a Mãezinha embrulha-se em sentimentos de culpa e faz tudo conforme nos dizem os médicos morrendo de medo de fazermos alguma coisa mal que prejudique a nossa cria, mesmo quando caímos em exageros! ����

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    1. Eu do Matias também tive uma recuperação 'pior' (não me lembro de ter sido má, mas não foi claramente tão boa como esta) e sim, influencia. De resto nunca tive grandes dificuldades em sair com ele a pé, mas lembro-me que demorei imenso a conduzir sozinha com ele no carro porque angustiava-me não o ver. Agora com esta é uma festa, é a pé, é de carro, vamos para todo o lado. Acho que nisso sim, o segundo é mais fácil :)

      Lá está, a culpa. Eu acho que nós como sociedade lidamos muito mal com a culpa sinceramente. És mãe, é óbvio que vais fazer muitas coisas mal feitas. Mas faz parte. Para os nossos filhos nós só temos de ser suficientemente boas (literalmente, há teorias sobre isso, o quão prejudicial é ter pais 'perfeitos'), por isso temos espaço para errar e para fazer porcarias :) Se a Gabriela ficar doente vou sentir-me culpada? Provável. Vou deixar de sair? Não. Vou ser pior mãe por isso? Não. A culpa faz parte, é melhor aceitá-la e seguir com as nossas vidas :D

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  9. Sim, tenho visto muito esse conselho por parte de pediatras! Não percebo bem a ideia, sou sincera. Trazemos vírus e porcarias da rua, ficar ali no choco em casa, num clima quente e fechado, parece mil vezes pior. Imagino sempre o que a malta nórdica diria ao ouvir estás teorias, devem-se fartar de rir.

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    1. A malta nórdica tem outro registo :P Mas sim, acho graça a todo este 'ai está frio não podes sair com a menina'. Com trinta graus é bem pior, não posso ir com ela nua. Agora assim é só vesti-la quentinha e está a andar :D

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  10. Como profissional de saúde, só tenho cuidado em recomendar que não se frequentem espaços fechados. Vejo muitos RN a passear pelo centro comercial e isso faz-me imensa confusão. Aliás, existe um manual da ARS Norte sobre sobre Saúde Infantil e Juvenil e o que se defende ali é: "Promover exposição solar cerca 20 minutos/dia (ex. passear com o lactente ao ar livre, evitando ambientes fechados, com muitas pessoas, como shoppings e restaurantes). Crianças com menos 6 meses, não devem ir à praia." É tudo uma questão de bom senso, como se diz. :)

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    1. Por acaso confesso que também me faz alguma confusão, mas também assumo que seja por pancada nossa. O Matias em três anos foi connosco três vezes ao shopping: duas para comprar botas e uma para ir à KidZania :) De resto sei que os meus pais o levam quando ele fica com eles e não me faz confusão, mas não vejo qual é o interesse. Por outro lado tenho amigos que já precisaram de ir com bebés para o centro comercial (porque a mãe tem de ir e amamenta, por exemplo) e também ninguém fica doente por causa disso, mas tenho alguma dificuldade em perceber todo este culto a esses sítios. Mas lá está, as dinâmicas cá de casa são assim. Quando é mesmo preciso ir ao supermercado ou ao centro comercial um de nós fica com eles e o outro vai, mas há quem tenha dinâmicas diferentes :)

      E por acaso já tinha pensado na questão da praia. O Matias só foi à praia com dois anos (temos a paranóia do sol), mas agora com esta vamos ter de ir no Verão, quando ela tiver sete meses... Enfim, vai ser uma complicação para nós :/

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  11. Idem, também saía todos os dias, ia às compras, dar umas voltas, almoçar com amigos senão a pessoa dá em maluca!

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  12. Nós saímos com a nossa filha nos primeiros dias para a registar (o "nascer cidadão" estava excecionalmente fechado na nossa maternidade), fazer o teste do pezinho no centro de saúde, o exame auditivo (também não puderam fazer logo mal nasceu) e primeira consulta, por isso quase todos os dias tivemos alguma coisa. A partir dos 10 dias de vida dela, começámos a passear todos os dias um bocadinho (ela nasceu no início de fevereiro, estava frio mas ia sempre agasalhada, no marsúpio ou no carrinho). Desde então sempre fizemos isso, todos os dias saímos com ela nem que seja 1h só e levamo-la connosco para todo o lado (inclusive viagens para fora, já fomos 3 vezes em família e de avião). Tem 10 meses e ainda só esteve doente 2 dias (e foi só nariz entupido, nem febre teve). Claro que ainda não está na creche, mas acredito que tê-la exposto sempre a uma diversidade de ambientes e deixar que mexa em tudo (não somos paranóicos em lavar tudo o que cai ao chão e a partir dos 4 meses começou a meter tudo na boca) ajuda a ter boas defesas. Daqui a 1 mês começa a creche, vamos lá ver como corre :)

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    1. O Matias também era assim, e só ficou doente quando entrou na creche. E mesmo assim não foram doenças nada de especial, foram as coisas normais :) Entretanto passou passado uns dois meses (ficou mais esporádico) e agora é um miúdo super saudável. A última vez que fez febre foi em Junho ou Julho (estávamos de férias no Alentejo), há três semanas teve um ranho nada de especial e agora tem umas pintas desde a semana passada. Fora isso, um poço de saúde :)

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    2. ANonima, ponha creche nisso...o meu filho saiu todos os dias tb, viajou (de avião tb), explora tudo, zero paranoica com coisas do chão, amamentado 6m em exclusivo, mantém a amamentação até agora - 11 meses. Entrou em setembro para a creche está doente quase todas as semanas, assim como os colegas. Já chegaram a ter só 2 na sala (em 10). Boa sorte é que o desejo. Se não for nada de grave já estamos contentes...

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    3. Sim, é mesmo isso. O Matias na semana antes de entrar na creche foi lá duas horas todos os dias, e logo no primeiro dia ligaram-me duas horas depois de ele ter entrado porque já estava com febre :P E depois nos primeiros meses foi um forrobodó. Grave só mesmo a varicela, já ele estava na creche há seis meses, e teve de ficar internado. Mas pronto, no geral é um miúdo saudável, ao menos isso! :)

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  13. Eu nunca tive pudor de os tirar de casa desde que nasceram. Na verdade, o meu filho mais velho nasceu no fim de dezembro, foi para a escola em Maio e só apanhou a sua primeira constipação quase a fazer 1 ano (mas a partir daí foi o descalabro, até ao verão não houve semana que não tenha ficado em casa).

    Já o meu mais novo nasceu em Janeiro e, tendo em conta que tem mais dois irmãos, com duas semanas de vida já andava com ranho e tosse. Eu stresso imenso com as doenças deles por me sentir impotente mas não os coloco numa bolha. Se têm irmãos, fazer o quê?

    O que é verdade é que o pequenino agora tem quase 11 meses e também já anda na escola e às vezes até acho que é mais rijo que os irmãos :D Para início de inverno, acho que não está nada mal.

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    1. Pois, eu com o Matias tinha os cuidados normais, mas com ela já estou mentalizada que mais tarde ou mais cedo vai acontecer. E mesmo assim, muito saudável anda ela :P

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