9 de junho de 2018

Miami e Bahamas 2018 #3

Depois de um passeio pelas Wynwood Walls pegámos no carro e voámos para o cruzeiro, onde já chegámos a roçar o atrasados. Achámos o processo todo bem fácil: deixámos as malas no terminal, fomos estacionar o carro no parque onde o íamos deixar (no Safe Cruise Parking), apanhámos o shuttle para o barco, fizemos o check-in e pumbas, entrámos.

Honestamente a minha primeira reacção foi ficar em choque. Como fomos dos últimos a entrar já lá estava toda a gente (ou seja, três mil pessoas), e comecei a sentir-me seriamente claustrofóbica e sobre-estimulada com tanto barulho e movimento por todo o lado. Além disso o nosso cruzeiro saía à Sexta e regressava na Segunda de manhã, por isso estava cheio de malta em grupinhos a celebrar um fim-de-semana de aniversário, despedida de solteiro, sweet sixteen, quinceanera, fim da quimioterapia e afins, o que ainda aumentava mais o ar de fiesta da situação.

Entretanto passadas algumas horas a malta foi-se distribuindo, e nos dias restantes confesso que não me senti propriamente esmagada. Sim, há muita gente e sim, há muito barulho. Mas faz-se bem e, acima de tudo, continuo a manter a minha opinião: fazer um cruzeiro é uma óptima forma de conhecer estes sítios mais pequenos das Caraíbas :) Da próxima vez sinto-me inclusivamente tentada a fazer um daqueles cruzeiros maiores que pare também nas Bermudas e nas Ilhas Virgens e por aí fora :D





A sair de Miami :)
O nosso quarto. O Bernardo também tinha uma cama, que saía do tecto e ficava tipo beliche :D Era um dos quartos mais fatelosos do barco, mas na verdade nós só íamos ao quarto mesmo para dormir por isso também achámos que não valia a pena investir muito :)




Adeus Miami Beach! :D


No casino! :D
Jantámos todos os dias no restaurante à la carte, mas decidi mostrar só os pratos que fizeram história. Aqui está o bolo de chocolate e avelãs que estava uma delícia :D
No dia seguinte era suposto pararmos em Cococay, uma ilha privada nas Bahamas, mas quando acordámos recebemos a triste notícia de que não íamos atracar porque 'estava mau tempo'.
Ficámos uns tempos no jacuzzi...
E decidimos afogar as mágoas em bebida! :D Foi muito engraçado porque às 8 da manhã eu estava do género 'Help, o que vou fazer durante dez horas num barco, que seca, matem-me já' e às 11 já estava do género 'YEY melhores férias de sempre, tão relaxante, danza kuduro, mergulhos filmados com a GoProoooooo!'
Pinacolada e Bahama Mama :D
Mais pinacoladas :D :D :D Literalmente passámos o dia a beber, a nadar na piscina e a apanhar sol. Estive dez horas deitada na piscina e só me levantei para almoçar e para nadar :D
Ao fim da tarde chegámos a Nassau :)
Adiós dia mega bom na piscina :D
Vimos o pôr-do-sol no porto de Nassau e foi um dos pores-do-sol mais lindos que já vi :D


Massa com marisco :D
Tarte de maçã com gelado de baunilha :D
O meu pequeno-almoço no barco: omelete de claras com coisas (na foto com espinafres, tomate e queijo), bacon, arroz xau-xau e fruta :D
O Enchantment of the Seas, o nosso barco :D
O porto!
O Atlantis Paradise Island à esquerda :)
Quem é que vivia aqui põe o dedo no ar! EU <--------
A chegar à Blue Lagoon Island <3
Olhem só a cor deste mar!






Estou a chorar por dentro de saudades disto, a sério!

4 comentários:

  1. Uauuu! O cruzeiro tem a vantagem de nos fazer conhecer vários sítios, mas depois fico sempre com a sensação de que o tempo que se passa em casa um desses sítios é muito pouco. Não sei se aguentava ir só de passagem a esses locais paradisicos.
    O bom disso é que depois de se sair de um local desses deve-se atracar logo a seguir noutro igualmente maravilhoso. :)

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    Respostas
    1. Sinceramente eu achei que fazer cruzeiros nas Caraíbas é muito fixe, mas é basicamente isso. Já tinha feito um cruzeiro no Mediterrâneo e não gostei nada, precisamente porque achei que era muito pouco tempo em cada sítio :(

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