19 de novembro de 2014

Granola de nozes, sésamo e mel e uma espera desesperante.

A picture paints a thousand words,
As one door closes another door opens,
Two wrongs don't make a right.

Now good things come to those who wait,
Take the highs with the lows dear,
You'll get what you're given
And everything's gonna be alright.

Lily Allen


Eu e o Pedro estamos juntos há quase sete anos, e eu confesso que já quase nem me lembro de como era estar solteira.

Só tenho uma vaga memória daquela expectativa que surge depois de conhecermos alguém novo jeitoso interessante, não me lembro da desilusão de levar um pontapé no traseiro de alguém de quem gostávamos (de forma amorosa quero eu dizer, porque infelizmente entretanto fui levando vários pontapés no traseiro de outras pessoas) e não me recordo da sensação de insegurança que nos invade quando estamos à espera da resposta à nossa mensagem.


Encontro-me presentemente novamente nessa situação: há algumas semanas que estou à espera de respostas a propostas profissionais que fiz. E a espera está a dar comigo em tolinha.

Por um lado, penso que se as respostas fossem positivas já teriam chegado. Por outro, o meu subconsciente insiste em ser optimista e achar que nada está perdido.

Pelo meio eu espero. E desespero.


Qual miúda solteira perante um novo engate, toda eu sou dúvidas. Será que a resposta já chegou? Será que é melhor actualizar o mail pela milésima vez hoje? Será que ele ainda não leu a mensagem? Será que ninguém gosta de mim? Será que não sou boa o suficiente? Será que posso fazer algo de diferente? Será que devia insistir? Será que devia ficar sossegada?

Juro-vos, já não há chá de camomila que acalme este coração acelerado.


Resta-me aprender a lidar com os problemas que não posso resolver. Resta-me respirar bem fundo e torcer com todas as minhas células que isto corra bem. Resta-me esperar que a resposta chegue, até ao dia em que a ausência de resposta se torne demasiado óbvia e eu perca a esperança.

Resta-me fazer granola e sentar-me em frente ao forno enquanto ela cozinha. E concentrar-me nas coisas que ainda consigo controlar.

Sim, esta espera está mesmo a dar comigo em tolinha.


Granola de nozes, sésamo e mel (receita adaptada do blog 'Creme de la Crumb')

Ingredientes:

* Meia chávena de nozes pecan;
* Meia chávena de nozes;
* Meia chávena de sementes de sésamo;
* Uma chávena e meia de flocos de aveia;
* Uma chávena de flocos de cevada;
* Meia chávena de flocos de trigo;
* Duas colheres de sopa de azeite;
* Três colheres de sopa de mel;
* Duas colheres de sopa de xarope de seiva de ácer (ou mel);
* Uma colher de sopa de canela.

Confecção:

* Juntar todos os ingredientes e misturar bem;

* Colocar num tabuleiro coberto com papel vegetal e levar ao forno pré-aquecido a 160º durante quarenta minutos;

* Deixar arrefecer completamente, partir e guardar num recipiente hermeticamente fechado.


Até amanhã! :D

13 comentários:

  1. Querida Joana vais ver que vai correr tudo bem!
    O meu pai costuma dizer "As más notícias chegam rápido", por isso se está a demorar muito a notícia vai ser boa de certeza!
    Um grande beijinho*

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    1. Bem, uma delas já chegou e foi negativa. Mas pelo menos chegou, já estou mais aliviada ;) Agora vamos ver a outra (que é muito mais importante, na verdade) :)

      Beijinhos e obrigada :)

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  2. Tenho mesmo de experimentar, tem um aspecto delicioso :)

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    1. É mesmo boa, a sério! Entretanto voltei a fazê-la e fica deliciosa :D E a cozinha fica a cheirar a Natal! :D

      Beijinhos :D

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  3. Haha buzzfeed :P
    Toda a gente é tão consciente do aspeto físico! A sério, cada vez me apercebo mais disso, TODA a gente parece ter complexos com a comida, o peso e a imagem. Esse debate é tão comum que é fácil ter uma opinião adormecida, sem perceber a verdadeira extensão do problema. Mas o assunto levanta questões sobre tudo! Comprar roupa, usar champô caro, evitar roupa manchada por lixívia, tratar acne, não rapar o cabelo (deve ser muito mais prático!), trabalhar na promoção de um negócio, delirar com bochechas de bebés D:, comprar livros de Natal (mas... mas... Os bonecos de neve são tão giros...), etc.
    A importância da imagem está presente como critério em todo o tipo de coisas, é surpreendente - basta pensar um bocadinho que me lembro de mil e um exemplos. De certa forma é natural - é muito bonito não escolher os livros pela capa, mas vamos escolhê-los por quê? Claro que isto não se aplica a pessoas, mas a comida, livros e produtos sim. Toda a gente que quer vender coisas tem de usar a imagem. E a imagem é a forma mais fácil de escolher, seja por ser boa, má, tosca ou tradicional - não vale só para o que é bonito. Assim como se discrimina coisas feias também se discrimina bolos "bonitos" por não serem os tradicionais e terem um aspeto plástico ou pessoas bonitas por serem "armantes". Se formos analisar tudo que a "beleza" influencia também a literatura é polémica - por que é que um texto bonito é melhor do que outro qualquer, com conteúdo semelhante ou não? Até a poesia, por exemplo, que é o uso de beleza por excelência (conteúdo também, mas um texto em prosa podia tê-lo igual... Todas as exigências formais levam um bocado para o campo da beleza, mesmo que não seja literalmente "imagem"). E a pintura! Toda a pintura seria fútil... E a fotografia em geral... As coisas bonitas são agradáveis, é impossível negar - eu não gostava de ter mobília tenebrosa à beira da minha cama, gosto mais de livros inteiros do que rasgados (a não ser que sejam aqueles velhos amarelados que cheiram bem), gosto de bebés fofos e de imagens bonitas. No campo do aspeto físico o problema não é só da imagem, também é da distorção do que é ideal e do esboço dele, mesmo sendo inatingível para a maioria. É muito confuso: por um lado concordo que a coisa mais bonita não é necessariamente a melhor; por outro, não acho que seja justo desprezar completamente a aparência. É uma maneira de avaliar, e com um blog não há maneira melhor. Por que é que se segue um blog de culinária? Texto, fotos e receitas. Mas o texto também faz parte das aparências. E é melhor julgar a comida pela qualidade da escrita do que das fotos? As receitas não se sabe facilmente se são boas. As imagens, quer se queira quer não, transmitem sempre um pouco do que é a pessoa... É impossível evitar ser influenciado por isso. Eu também julgo com base na experiência e na comparação com o que já "provei" e vi, neste caso... Não sei se é legítimo ou não, mas funciona por associação.

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  4. Eu não sigo os blogs só pela qualidade das fotos. Claro que gosto mais de as ver se for o caso, mas é uma combinação de tudo - escrita, fotos, receitas, aspeto. Mas tudo leva à beleza... Não sei até que ponto é que fotos de comida e de pessoas podem ser comparadas, mas sem dúvida que é uma questão importante. Acho que a diferença também reside na transparência e na importância - um prato de massa não tem tanta como uma pessoa. E toda a gente sabe que nas fotos que está a ver houve a tentativa de as pôr bonitas, por muito más que sejam - o simples ato de cortar uma fatia de bolo em vez de a arrancar à manada mostra-o. A Beyoncé fez as coisas em segredo para fingir alguma coisa sem o admitir (nem que fosse por estar subjacente, como nas fotos de comida). E ainda por cima, com todos os recursos que tem, não sabia arranjar alguém decente para fazer photoshop. :P
    (Eu também edito as fotos - basicamente ilumino mais um bocado. Gosto de fotos bem iluminadas. Mas acho que às vezes exagero.)
    Eu não acho que a comida seja mais saborosa por ser mais bonita, e a comida da minha avó prova-o. Mas também não gostava de publicar comida da minha avó, se a fizesse. Há uma espécie de formalização da feiura nas fotos de comida que as torna intoleráveis :P é mais forte do que eu! Mas tens razão - vamos julgar um bolo com base em como calhou a fatia? Não faz sentido! O visual ajuda-nos a fazer opções e avaliações, mas acabamos por criar padrões muito extremos porque há sempre alguém melhor do que nós. Com a internet isto globaliza-se - se não existisse as pessoas não se comparavam tanto. Se calhar eu achava que as minhas fotos eram brilhantes, que correr a 13km/h era um feito mundial e que era mais bonita do que toda a gente. Claro que prefiro que a internet exista, mas sem dúvida que ajuda nesta história. Com a distância da comunicação cresce a necessidade de provar aos outros (qualquer coisa). Ainda por cima, em vez de nos compararmos com pessoas a lutar por poder sair de casa, por poder falar, por viver, comparamo-nos com a Mariazinha que é mais bonita do que nós e tem coisas mais fixes. A inveja e o sentimento de inferioridade existem há muito tempo e uns banhos de humildade não fazem mal a ninguém, mas tomam muitas vezes proporções exageradas. E por mais óbvio que seja que as imagens de perfeição são irreais está-se tão corrompido por tudo o que acontece diariamente que não interessa ter noção, só ser melhor do que os outros. Perceber que não se é dói. É doloroso saber que por cada coisa a que somos bons há milhões de pessoas que nos esmagam.

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  5. Está na natureza das pessoas gostar de coisas bonitas, e até que ponto isso é natural não sei. Também não sei até que ponto a inteligência, a bondade ou outras características são superiores à imagem, mas isso é porque eu tenho uma veia determinista :P
    As pessoas mais "famosas" também estão sob muita pressão - emagrecer, engordar, ir ao supermercado, comer em público e outras coisas que damos por liberdades adquiridas passam a ser monitorizadas por meio mundo. Se há muita pressão em toda a gente imagino para elas... O caso dela é um bocado triste, a edição desse pormenor é tão... Triste! Não sei, mostra mesmo insegurança. Fraqueza, algo quase insustentável na posição dela.
    Na comida prezo mais o aspeto do que o empratamento e a foto, em blogs já é mais importante. Não é só a beleza, também gosto que os pratos sejam, por exemplo, limpos. E até a foto reflecte o carácter da pessoa, e a pessoa atrai sempre (ou não) quem lê. À falta de outra maneira de avaliar é bastante útil. E quando não diz a verdade há sempre o texto para dar uma ajudinha :) Imagina um blog de receitas sem fotos... Acho que é uma coisa essencial, sem elas sentia-me tão mal como a escrever a lápis sem a borracha destapada a um máximo de 5cm do braço ou a ler um site de receitas comunitário e impessoal.
    No outro dia reparei numa discussão na internet em que algumas pessoas defendiam que o modo de seleção para a universidade não fazia sentido, que as notas de uma pessoa não quantificavam a "vocação". Fartavam-se de dar argumentos e dizer que devia ser com entrevistas, cartas de recomendação e essas coisas. Sinceramente, eu acho que as notas são uma boa forma de avaliar a capacidade e o mérito... Todos estão em iguais circunstâncias (exteriores, que ninguém é igual). Se há uma forma justa de escolha é aquela em que é premiado o trabalho e testa a "inteligência". Porque de outro modo a escolha seria muito subjetiva e mais difícil. E a diferença poder residir nas capacidades de alguém (nem que seja de organização, estudo, intelectual) para a escolha, por muito "injusto" que possa parecer, não me soa assim tão mau, porque nisto dos trabalhos que ajudam as coisas a funcionar acho que é mais importante que as pessoas sejam as indicadas do que que toda a gente fique satisfeita (o que é impossível de qualquer das maneiras). Também nos blogs é mais ou menos isto - toda a gente sabe o que atrai as pessoas, cabe a cada um (que o queira fazer) "manipular" essa informação. Não posso provar as coisas pelas receitas e fotos, o que resta é... O resto :P Não posso dizer que seja propriamente injusto, é outra forma de seleção, eu também não compro coisas por simpatia ou porque quem as fez parece, apesar do design da Idade da Pedra, ter boas qualidades. Se vamos ler um blog e temos de escolher de entre imensos vamos escolher estas coisas para decidir, é normal. No fundo é a "lei do mais forte", que já existe há algum tempo e, mesmo que possa causar alguns problemas, vai sempre reinar (em tudo). Quem vamos escolher distinguir se não quem for melhor? Há algum critério superior (a ironia desta pergunta...)? Para além de uma certa parte aleatória. Há milhões de pessoas que cantam bem, tão bem como ou melhor do que a Beyoncé. Não é só por "cantar bem", ter talento e saber geri-lo que ela se torna popular. A própria imagem é bastante importante para isso, porque há muito tempo que a música deixou de ser só acerca da música, senão não havia concertos, sessões de autógrafos, videoclips, entrevistas ou mp4. E, mesmo que seja questionável, não sei se a aparência de uma pessoa tem tão menos mérito do que a voz, porque, apesar de ver muita indignação quanto a isso, não vejo grande diferença. Mas é muito difícil convencermo-nos de que se calhar a beleza, a inteligência, a bondade e outras estão ao mesmo nível enquanto qualidades, porque a inexistência de "superioridade" e de algo para além do superficial é demasiado deprimente. Essa questão da superioridade do interior face ao exterior é inquietante!

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  6. "À toscana" é um nome perfeito para um frango com problemas relacionados com a importância das aparências e perfeição de empratamento no mundo dos frangos :) com esse título ganhaste o prémio de melhor associação receita-tema de sempre!
    É uma enorme lata dizeres isso quando continua a estar perfeito. :P
    Para rematar: o TEU frango é muito mais bonito do que o do blog original (mesmo não tendo feijão - essa história da dieta paleo está-te a corromper o cérebro) E parece mesmo massa aquecida (com ovo estrelado misturado - o que é massa aquecida sem ovo estrelado?) por causa dessa deliciosa camada de "sucos naturais" (pior expressão existente) do tomate e essas coisas. Massa cozida aquecida é que já não tem assim tanta piada, mas quando disse que massa cozida era mil vezes melhor do que massa com refogado (continua a ser) sabia que ia ter de aceitar as consequências (por "consequências" quero dizer a minha avó a chatear-me porque "massa cozida não presta" - não imaginas as bocas por eu OHMEUDEUS não gostar de usar manteiga na massa cozida (oleosa e empapada, massa cozida oleosa e empapada. Em oposição à minha deliciosa massa sequinha, quentinha e com um gosto muito melhor) - e nunca mais comer massa com refogado aquecida (seria um bocado estranho fazer massa de propósito para aquecer. E mesmo assim prefiro massa cozida. E a outra dá muito trabalho. :P). Vês? Tem bom aspeto e parece bom, com um fundamento tão maravilhosamente lógico e justificado como PARECE MASSA. :P
    PS: se calhar divaguei um bocado, mas para mim está tudo ligado. É a minha opinião, claro, portanto desculpa se nalgum ponto do comentário exageradamente grande soei a ditadora de filosofias :P ou se ofendi alguma alma gémea da minha avó que acha a massa cozida um dos problemas do mundo actual, não posso esquecer esse ponto.

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    1. Comentaste no sítio errado, o que é uma pena porque este comentário tão bom merecia estar no sítio certo ;) No fundo isto é algo que eu penso com frequência porque me sinto um bocadinho culpada: a verdade é que eu própria dou imensa importância à imagem nos blogs que sigo, e é raro seguir blogs cujas fotos não me deixem a babar - o que não deixa de ser um bocadinho mesquinho porque muitas vezes as receitas em si não valem um bacalhau. Acaba por ser injusto que a qualidade de algo seja medido pelo aspecto exterior, mas tens razão - isto são blogs, ia avaliar a qualidade como? :)

      Só não quero passar a imagem errada para o lado de lá, porque é frequente receber mails para a rubrica das receitas aprovadas em que as pessoas dizem 'não tem tão bom aspecto como o teu mas estava uma delícia' e eu fico sempre a pensar porque raios é que as pessoas pensam que as coisas que fizeram com receitas minhas ficam menos deliciosas só porque não estão tão arranjadas ;)

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  7. Agora só comento nos posts errados, que frustrante :P neste momento estão 7 abas abertas só para o teu blog, e eu nunca tive grande pontaria.
    Usas muito a fantástica expressão "pontapés no traseiro" :) é preciso ser-se positivo para usar essa expressão para descrever uma situação não tão agradável, é difícil admitir abertamente esses pontapés!
    Por muito não importante que alguma coisa seja a expectativa é sempre demasiada, eu fico entusiasmada facilmente. Depois há a parte do receio, claro, mas isso só conta se for uma coisa realmente importante e não, sei lá, um concurso da Nestlé, de escrita ou de uma loja de brinquedos.
    (Fazer um fato de guerreiro e uma espada a partir de catálogos e vestir um miúdo com isso é mais divertido do que parece.)
    (Alguma vez disse que eu adoro agrafos? Invenção mais útil de sempre.)
    Mas viver sem coisas por que torcer também não tem piada! Talvez prescindisse das coisas que provocam receio e têm um enorme impacto no futuro, mas isso são pormenores ;)
    Qualquer coisa que seja uma resposta com significado é factor de excitação (boa ou má, que cuspir o coração também não é a coisa mais espetacular de sempre :P). Ou até sem significado. Eu gosto de ver listas de classificações de corridas para ver se fico a 20 ou 30 lugares do fim :)
    (Felizmente nalguns trails não parece assim tão mal porque corresponde a um 10o lugar feminino :P mal posso esperar por fazer 40 anos e ficar em primeiro com um tempo de 2h/10km!)
    Mas uma dessas esperas correr bem, quando ganhares 100€ de compras no Toys R Us, vai valer a pena.
    (Ir para lá escolher um monte de porcaria e obrigar a senhora da caixa a embrulhá-la naquele papel colorido, atrativo e causador de inveja por já não ter direito a ele foi a coisa mais divertida que eu já fiz :P acho que fiquei viciada em adrenalina desde então.)

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    1. Eu gosto de dizer 'pontapés no traseiro'. Também gosto de dizer 'não perceber um bacalhau' ou 'esticar o pernil' :D

      Eu obrigo as senhoras das lojas a embrulhar as prendinhas que compro para mim! E pior, quero uma em cada embrulhinho :D Devo ser a pessoa mais odiada do centro comercial (ainda bem que só lá vou umas duas vezes por ano!) :D

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  8. Se a parte má é a pressão e a importância esmagadora da decisão a parte boa é a magnífica sensação de vitória, e vale taanto a pena. Quer seja fazer scroll down e ver que acabaste de ganhar uma máquina de café e uma caixa de chocolates e papa para bebé, ver uma pauta, receber uma carta de aceitação ou outra coisa qualquer. :)
    Quando eu era pequena dizia que queria escrever um livro e perguntava como se fazia, e a minha mãe dizia que tinha de o enviar a uma editora que decidia se publicava ou não e enviava uma carta se a resposta fosse positiva. Eu fiquei aterrorizada com essa ideia - então não há um prazo limite? Não há uma recusa expressa? Só esta inquietante incerteza eterna?! Que crueldade :P Pronto, para além de confirmar a minha suspeita de que os concursos da Visão Júnior eram muito melhores desisti da minha brilhante carreira de escritora.
    Nem o chá de camomila? Isso está mesmo mal. Experimenta com um muffin.
    Eu também deixei de gostar do e-mail desde que vi aquele da aurora borial com a música que seria o som que as cabeçorras de pedra fariam se conseguissem falar.
    Sentares-te em frente ao forno enquanto ela cozinha é estranho! Quanto tempo ficaste lá? :P se calhar é uma boa técnica, os assados devem achar tão constrangedor que ficam demasiado entretidos para se divertirem a esturricar só para gozar com a tua cara. Mas o meu forno tem muito pouca visibilidade, é chato. Acho que uma luz não dá. Não gosto do meu forno :P haha. Ele está mesmo muito entranhado na parede, portanto acho que vou ter de mudar de casa ;)
    ...Para ver tenho de o abrir, algo que os bolos acham extremamente divertido. Os lordes, uma pessoa aqui a alternar entre manga curta e calções e casacão de inverno e eles a querer uma temperatura estável.
    A granola parece muito boa! Com os aglomerados tão sólidos, as sementinhas giras e a combinação maple syrup - pecan. A combinação deve ser deliciosa! Não costumo deitar muita canela quando faço, mas deve ficar bom :) apesar DE "uma colher de sopa de canela" ser muito estranho para uma receita :P Mel e maple syrup normalmente são alternativos, mas a junção não deve ser nada má. A granola parece ideal para o Inverno (estranho, porque granola - iogurte/leite frio - Verão :P), e sobretudo para o Natal! Só é pena não estar num balde. ;)
    Espero mesmo que a resposta seja positiva, e fico à espera de uma publicação eufórica no facebook :D

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    1. Sim, escrever um livro é assim. Escreves, mandas e esperas. É horrível, na verdade. Mas esperar por vagas da especialidade é pior, principalmente quando nos grupos do facebook parece que estão a decorrer mil congressos dos histéricos 'ai que não vamos ter vagas' 'ai que não vamos começar a trabalhar em Janeiro' 'a prima do vizinho da minha irmã disse que 200 de nós vão ficar de fora'... Enfim.

      Uma colher de sopa de canela é muito, mas fica mesmo na perfeição. Também tive receio, mas podes confiar :D

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